O que é Terapia ABA?

A Terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada) é uma abordagem terapêutica amplamente utilizada no tratamento do autismo. Vamos explorar os principais aspectos dessa terapia:

1. Personalização e Individualização:

   – A Terapia ABA é altamente personalizada e adaptada às necessidades únicas de cada criança com autismo.

   – Profissionais da educação, como professores, pedagogos e orientadores, podem usar essa abordagem para transformar o modo como percebem o desenvolvimento infantil.

2. Definição de Metas e Resultados:

   – A ABA permite estabelecer metas mensuráveis para o desenvolvimento da criança.

   – Focar em objetivos específicos ajuda a direcionar o tratamento de forma eficaz.

3. Avaliação do Comportamento:

   – A Terapia ABA baseia-se na análise do comportamento.

   – Avaliar o comportamento da criança é essencial para adaptar as estratégias terapêuticas.

4. Aprendizagem de Novas Habilidades:

   – A ABA visa ensinar habilidades essenciais, como comunicação, interação social e autonomia.

   – O reforço positivo é uma parte fundamental desse processo.

5. Envolvimento da Família:

   – A Terapia ABA reconhece a importância da participação ativa da família.

   – Pais e cuidadores desempenham um papel crucial na implementação das estratégias no dia a dia.

6. Aplicação em Todos os Contextos:

   – A ABA pode ser aplicada em diversos ambientes, incluindo escolas, clínicas e em casa.

   – Criar ambientes educacionais inclusivos é fundamental.

7. Desenvolvimento do Autista:

   – A Terapia ABA capacita educadores a serem agentes de mudança no desenvolvimento da criança com autismo.

   – É uma abordagem abrangente e holística.

Em resumo, a Terapia ABA oferece uma base sólida para promover o desenvolvimento e o progresso das crianças com autismo, considerando suas necessidades individuais e criando oportunidades significativas de aprendizado.

O que faz um Psicopedagogo?

Um psicopedagogo é um profissional que atua na área da psicopedagogia, um campo de estudo que integra a psicologia e a pedagogia. O objetivo principal de um psicopedagogo é compreender e solucionar os desafios e obstáculos encontrados no processo de aprendizagem humana, visando corrigir deficiências e dificuldades na retenção de informações.

Aqui estão algumas das principais responsabilidades de um psicopedagogo:

1. Avaliar e tratar dificuldades de aprendizagem: O psicopedagogo identifica barreiras no processo de aprendizado e desenvolve estratégias personalizadas para superar essas dificuldades.

2. Analisar o processo de ensino-aprendizagem: O psicopedagogo estuda como o ser humano constrói conhecimentos e o que acontece por meio da assimilação e processamento de informações em todas as etapas da vida.

3. Trabalhar de maneira preventiva ou terapêutica: O psicopedagogo pode trabalhar de maneira preventiva, buscando evitar problemas futuros na aprendizagem, ou de maneira terapêutica, quando algum distúrbio de aprendizagem já foi identificado.

4. Atuar em parceria com outros profissionais: Os psicopedagogos costumam atuar em parceria com outros profissionais, como psicólogos, assistentes sociais e fonoaudiólogos, para oferecer uma abordagem mais completa e eficaz.

Os psicopedagogos podem atuar em diversas instituições, como escolas, hospitais, empresas ou em clínicas de atendimento individual. Além disso, a psicopedagogia atua a partir de dois enfoques: a psicopedagogia institucional, que trabalha de maneira preventiva em escolas, empresas e demais instituições, e a psicopedagogia clínica, que está focada no tratamento individual em consultórios ou hospitais.

Quando procurar um Psicólogo para meu filho?

Existem vários sinais que podem indicar a necessidade de procurar um psicólogo infantil para o seu filho:

1. Comportamento atípico: Ataques de raiva mais frequentes e intensos, isolamento ou mudanças bruscas de humor.

2. Queda de rendimento escolar: Notas abaixando sem razão aparente, dificuldade em se concentrar, ou começar a fazer muita bagunça na sala.

3. Isolamento social: Dificuldade para fazer amigos, resistência a interações sociais ou timidez excessiva para a idade.

4. Mudanças drásticas no comportamento: Como isolamento social, dificuldades acadêmicas persistentes, alterações extremas de humor, problemas de sono recorrentes ou reações excessivas a eventos cotidianos.

5. Traumas e eventos estressantes: A perda de um ente querido, divórcio dos pais, mudança de escola ou qualquer outra experiência traumática pode afetar profundamente o bem-estar emocional de uma criança.

6. Dificuldades no desenvolvimento e na adaptação: Se você perceber que seu filho está tendo dificuldades em atingir marcos de desenvolvimento, como fala tardia, habilidades sociais limitadas ou dificuldades de aprendizado.

Lembre-se, cada criança é única e pode manifestar sintomas de maneiras diferentes. Portanto, se você notar algum desses sinais, é importante procurar a ajuda de um profissional qualificado.

Pessoas com TEA têm direito a Laudo Médico Vitalício

A Lei Ordinária nº 10.186, de 23 de novembro de 2023, foi aprovada no Estado do Rio de Janeiro e traz importantes mudanças para as pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Vamos dar uma olhada nos detalhes dessa lei:

1. Objetivo da Lei:

   – A Lei 10.186 altera a Lei 9.425/2021, que já tratava sobre o laudo médico que atesta deficiências irreversíveis ou o TEA.

   – O objetivo principal é ampliar o direito ao laudo médico por tempo indeterminado para as pessoas com TEA e vedar a exigência de renovação do laudo médico que atesta sua condição por tempo indeterminado.

2. Principais Mudanças:

   – A ementa da Lei 9.425/2021 foi alterada para incluir explicitamente o TEA.

   – Agora, o laudo médico que atesta deficiências físicas, sensoriais, mentais e/ou intelectuais de caráter irreversível ou o TEA terá validade por tempo indeterminado.

   – Para as pessoas com TEA ou Síndrome de Down, fica proibida a exigência da Classificação Internacional de Funcionalidade, Capacidade e Saúde (CIF).

   – Em caso de mudança do grau do autismo, o laudo poderá ser revisto.

3. Responsabilidade do Médico Especialista:

   – O laudo deve ser emitido por um médico especialista, seja da rede pública ou privada.

   – O laudo deve conter informações como o nome completo do paciente, a numeração da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10 ou CID-11), e a Classificação Internacional de Funcionalidade, Capacidade e Saúde (CIF).

   – A condição de irreversibilidade da deficiência ou do transtorno do espectro autista também deve ser atestada.

4. Requisições Médicas:

   – As requisições médicas para tratamento e acompanhamento das deficiências irreversíveis ou do TEA também terão validade por tempo indeterminado.

   – Fica vedada a exigência de renovação dessas requisições médicas.

Essa lei é um passo importante para garantir a inclusão e os direitos das pessoas com TEA no Estado do Rio de Janeiro. Agora, elas podem contar com laudos médicos válidos por tempo indeterminado, facilitando o acesso a serviços e benefícios essenciais.

[LEI Nº 10.186 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023 – Jusbrasil] (https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/2064005681/lei-10186-23-rio-de-janeiro-rj)

[LEI Nº 10.186 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023 – Governo do Estado do Rio de Janeiro] (https://leisestaduais.com.br/rj/lei-ordinaria-n-10186-2023-rio-de-janeiro-altera-a-lei-9-425-de-29-de-setembro-de-2021-para-ampliar-o-direito-ao-laudo-medico-por-tempo-indeterminado-a-pessoa-com-transtorno-do-espectro-autista-tea-e-vedar-a-exigencia-de-renovacao-do-laudo-medico-que-atesta-sua-condicao-por-tempo-indeterminado)

(1) Lei Ordinária 10186 2023 de Rio de Janeiro RJ. https://leisestaduais.com.br/rj/lei-ordinaria-n-10186-2023-rio-de-janeiro-altera-a-lei-9-425-de-29-de-setembro-de-2021-para-ampliar-o-direito-ao-laudo-medico-por-tempo-indeterminado-a-pessoa-com-transtorno-do-espectro-autista-tea-e-vedar-a-exigencia-de-renovacao-do-laudo-medico-que-atesta-sua-condicao-por-tempo-indeterminado.

(2) LEI Nº 10.186 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023 – Jusbrasil. https://bing.com/search?q=lei+10.186+aprovada+pela+alerj.

(3) LEI Nº 10.186 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023 – Jusbrasil. https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/2064005681/lei-10186-23-rio-de-janeiro-rj.

(4) Agora é lei: laudo que atesta TEA terá prazo de validade por tempo …. https://conectanf.com.br/blog/2023/11/27/agora-e-lei-laudo-que-atesta-tea-tera-prazo-de-validade-por-tempo-indeterminado/.

O que é o método ABA?

O método ABA (Análise do Comportamento Aplicada) é uma abordagem terapêutica que tem se mostrado altamente eficaz no tratamento do autismo. Vamos explorar o que significa e como funciona:

– O que é o método ABA?

  – A sigla ABA vem do inglês e significa Applied Behavior Analysis, ou seja, Análise do Comportamento Aplicada.

  – Essa abordagem é especialmente indicada para crianças com desenvolvimento atípico, incluindo aquelas com transtorno do espectro autista (TEA).

  – O ABA parte de dois princípios universais: aprendizagem e comportamento.

– Como funciona o método ABA?

  – O ABA busca entender:

    1. Como o comportamento funciona?

    2. De que forma o comportamento é afetado pelo ambiente em que a pessoa vive?

    3. Como ocorre o aprendizado?

  – Com base nessas perguntas, o método ABA trabalha para:

    – Ampliar comportamentos desejáveis e úteis.

    – Reduzir comportamentos prejudiciais ou que afetam negativamente o processo de aprendizagem.

    – Foca em comportamentos socialmente relevantes para a vida das pessoas.

– No que o método ABA pode ajudar?

  – Criar ou melhorar as habilidades do autista na linguagem e comunicação.

  – Aperfeiçoar a atenção, o foco, a interação social e os estudos.

  – Reduzir comportamentos indesejados, como crises emocionais, agressividade e comportamentos autolesivos.

– Características marcantes do tratamento ABA:

  – Adaptação do programa às necessidades individuais.

  – Intervenção em múltiplos comportamentos (diferente de tratamentos focados em um comportamento específico).

Em resumo, o método ABA oferece uma abordagem personalizada, baseada em evidências, para promover o desenvolvimento e o progresso das crianças com autismo.

O que é Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem?

O Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL) é uma condição que afeta a comunicação em crianças. Vamos explorar mais sobre esse transtorno:

O que é TDL?

 O TDL é uma nova sigla que surgiu da revisão do antigo Distúrbio Específico de Linguagem (DEL).

Ele é caracterizado por uma dificuldade significativa e persistente na comunicação em crianças.

O TDL não apenas afeta a aquisição e desenvolvimento da fala, mas também a compreensão.

Como a linguagem é afetada?

A linguagem é a forma sistemática de comunicação entre seres humanos, permitindo transmitir pensamentos, sentimentos e ideias.

Ela vai além da fala e inclui aspectos como entendimento, escrita, leitura, olhar e sinais.

Embora o potencial para a linguagem esteja presente desde o nascimento, ela precisa ser desenvolvida por meio da interação com outras pessoas.

Existem parâmetros de desenvolvimento esperados para crianças em cada idade, etapa e grau de escolaridade.

Sinais de TDL incluem crianças com 2 anos ou mais que ainda não falam, ou aquelas próximas aos 5 anos com dificuldade em compreender coisas relativamente simples para a idade.

Quando buscar ajuda profissional?

Se você suspeita que seu filho pode ter TDL, é importante procurar avaliação por um profissional especializado.

O diagnóstico precoce e intervenções adequadas podem ajudar a melhorar as habilidades de comunicação da criança.

Terapeutas da fala, psicólogos e outros profissionais podem oferecer suporte e estratégias para auxiliar no desenvolvimento da linguagem.

Lembrando que cada criança é única, e o acompanhamento profissional é essencial para entender e apoiar o desenvolvimento linguístico de forma individualizada.

Meu filho recebeu um diagnóstico de TDAH, o que devo fazer agora?

Entendo que essa situação possa ser desafiadora. Aqui estão algumas orientações que podem ajudar:

1. Compreensão do TDAH: O TDAH é um dos transtornos do neurodesenvolvimento mais comuns em crianças e adolescentes. Pode afetar a atenção, o foco, a capacidade de seguir orientações e controlar comportamentos impulsivos ou hiperativos.

2. Tipos de TDAH: O TDAH pode se manifestar de três formas diferentes, dependendo de quais tipos de sinais e sintomas são mais fortes: Predominantemente desatento, predominantemente hiperativo-impulsivo, e combinado.

3. Sinais e Sintomas: Alguns dos sintomas mais comuns incluem cometer erros descuidados, dificuldade em se dar bem com outras pessoas, esquecimento de atividades cotidianas, dificuldade em manter o foco em tarefas ou atividades, e agir impulsivamente.

4. Impacto no dia a dia da família: O TDAH pode impactar a rotina e os relacionamentos de uma forma que afeta toda a família, não apenas a pessoa que tem o transtorno.

5. Tratamento: O tratamento do TDAH é multidisciplinar, envolvendo profissionais da área médica, de saúde mental e pedagógica. Além de medicamentos, intervenções psicoterápicas, como a Terapia Cognitivo Comportamental, são amplamente utilizadas.

6. Estratégias para os pais: É essencial compreender e adotar orientações específicas para apoiar o desenvolvimento e o bem-estar da pessoa afetada.

Lembre-se, cada criança é única e pode precisar de abordagens diferentes. É importante trabalhar em conjunto com profissionais de saúde para encontrar a melhor abordagem para o seu filho. Espero que essas informações sejam úteis para você e sua família. Se você tiver mais perguntas, estou aqui para ajudar.

Mãe de autista – Pesquisa diz que o cansaço é equivalente a um soldado em batalha?

Ser mãe de um filho autista pode ser uma jornada desafiadora e emocionalmente exigente. O cansaço que muitas mães de crianças com autismo enfrentam é frequentemente comparado a estar em uma batalha constante. Aqui estão algumas razões pelas quais essa analogia pode fazer sentido:

1. Intensidade e Persistência: Assim como um soldado em batalha, as mães de autistas enfrentam situações intensas e persistentes. Elas lidam com desafios diários, como terapias, comunicação complexa, comportamentos imprevisíveis e necessidades especiais. Essa constante demanda pode ser esgotante.

2. Estresse e Vigilância: Assim como um soldado em alerta constante durante uma batalha, as mães de autistas estão sempre vigilantes. Elas monitoram o bem-estar de seus filhos, antecipam necessidades, respondem a crises e se preocupam com o futuro. Esse nível de estresse pode ser comparável ao de um soldado em combate.

3. Ausência de Descanso: Soldados em batalha raramente têm a oportunidade de descansar. Da mesma forma, muitas mães de autistas têm dificuldade em encontrar tempo para si mesmas. O cansaço acumulado pode afetar sua saúde física e mental.

4. Amor e Dedicação: Assim como um soldado luta por sua nação, as mães de autistas lutam incansavelmente pelo bem-estar e felicidade de seus filhos. Seu amor e dedicação são inabaláveis, mesmo quando estão exaustas.

Portanto, quando alguém diz que o cansaço de ser mãe de um autista é equivalente a um soldado em batalha, é uma maneira de reconhecer a força, a resiliência e o compromisso dessas mães. Elas merecem todo o apoio e compreensão possível.

Mas existem estas pesquisas de fato?

Existem pesquisas que exploram o cansaço e o estresse enfrentados pelas mães de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas não há pesquisas que comparem diretamente o nível de estresse de mães atípicas ao de soldados em batalhas, mas vou apresentar algumas informações relevantes:

Estudo Nacional sobre Estresse, Depressão e Ansiedade em Mães de Autistas:

Um estudo realizado no Brasil buscou identificar a presença e a intensidade de estresse, depressão e ansiedade em mães de indivíduos com TEA.

Os resultados indicaram que as mães são significativamente afetadas pelo estresse, com sintomas psicológicos predominantes e fases alarmantes de estresse.

Quanto à depressão e ansiedade, houve divergências nos resultados, mas a presença desses sintomas também foi observada.

Comparação com Soldados em Batalha:

Em um contexto mais amplo, algumas fontes mencionam que o nível de estresse em mães de autistas se assemelha ao estresse crônico enfrentado por soldados combatentes.

Essa analogia destaca a intensidade, a persistência e o estado constante de alerta que muitas mães experimentam ao cuidar de seus filhos com autismo.

Conscientização e Apoio:

Reconhecer o desafio enfrentado pelas mães de autistas é fundamental. Elas dedicam amor, esforço e resiliência para garantir o bem-estar de seus filhos.

É importante que a sociedade compreenda essa realidade e ofereça apoio, compreensão e recursos para promover a saúde mental dessas mães.

*Portanto, embora não haja uma única pesquisa específica que compare diretamente o cansaço das mães de autistas ao de soldados em batalha, diversos estudos apontam para os desafios emocionais e físicos que essas mães enfrentam. Elas merecem todo o reconhecimento e suporte possível.

Crianças com TEA têm Direito a ter um Cuidador na Escola?

Sim, crianças autistas têm direito a um cuidador na escola. De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei Berenice Piana, crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm direito a um acompanhante especializado em sala de aula, caso seja comprovada a necessidade.

Este profissional, também conhecido como Atendente Terapêutico, é um especialista em educação especial e tem a função de auxiliar a criança em seu desenvolvimento e aprendizado. Além disso, um projeto de lei recente garante o direito de atendimento educacional especializado para estudantes com autismo, seja na rede de ensino privada ou pública.

É importante ressaltar que os custos financeiros decorrentes da contratação e manutenção desse profissional devem recair sob a responsabilidade exclusiva da escola, ficando a família absolutamente isenta de qualquer despesa neste sentido.

(1) Existe lei que determine a presença de um A.T em sala de aula? Qual é a …. https://www.jusbrasil.com.br/artigos/existe-lei-que-determine-a-presenca-de-um-at-em-sala-de-aula-qual-e-a-funcao-e-a-formacao-necessaria-do-acompanhante-especializado-para-um-aluno-autista/1293887788.

(2) Acesso de autistas em escolas regulares é garantido por lei!. https://direcionalescolas.com.br/acesso-de-autistas-em-escolas-regulares-e-garantido-por-lei/.

(3) Autista na educação: 3 direitos garantidos por Lei – Genial Care. https://genialcare.com.br/blog/autista-na-educacao/.

(4) CUIDADORES NAS ESCOLAS PARA CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA. https://www.cantinhoeducativo.com.br/2021/07/cuidadores-nas-escolas-para-criancas.html.

(5) Profissional de apoio na escola: quando ele é necessário? – DIVERSA. https://diversa.org.br/noticias/profissional-de-apoio-na-escola-quando-ele-e-necessario/.

Conheça a Comunicação Alternativa e Aumentativa (AAC)

A Comunicação Alternativa e Aumentativa (AAC) é uma área da Tecnologia Assistiva que visa ampliar as habilidades de comunicação oral e escrita. Ela utiliza sistemas alternativos de comunicação que não envolvem a fala tradicional. Vamos explorar mais sobre esse tema:

O que é Comunicação Alternativa e Aumentativa (AAC)?

– A AAC é uma intervenção que utiliza sistemas de comunicação não vocais, incluindo sistemas assistidos e não assistidos.

– Sistemas Não Assistidos: Não envolvem materiais ou tecnologias, como linguagem gestual e gestos.

– Sistemas Assistidos: Podem ser de baixa tecnologia (como troca de objetos) ou alta tecnologia (usando dispositivos de geração de fala ou aparelhos com geradores de voz, como alguns celulares ou tablets).

– Metodologias de ensino também fazem parte dessa categoria, incluindo suporte visual, estímulos e reforço.

Para quem é destinada a Comunicação Alternativa?

– A AAC é voltada para pessoas que não conseguem se comunicar eficientemente por meio da fala ou da escrita funcional.

– Exemplos de grupos incluem:

– Pessoas com paralisia cerebral, deficiência intelectual, deficiência auditiva, autismo, sequelas de Acidente Vascular Encefálico, traumatismo craniano e distrofias.

Como identificar a melhor abordagem para cada indivíduo?

– Observe as habilidades da pessoa, como apontar, responder pelo olhar, movimentos com a cabeça, sons ou gestos.

– Personalize a Comunicação Assistiva com base nas capacidades individuais.

– Para a Comunicação Alternativa Escrita, avalie se a pessoa pode escrever ou usar sistemas alternativos de escrita.

PECS (Picture Exchange Communication System)

– O PECS é um sistema de comunicação alternativa baseado na troca de figuras.

– Desenvolvido nos EUA em 1985 por Andy Bondy, PhD, e Lori Frost, MS, CCC-SLP.

– Implementado com sucesso em todo o mundo, especialmente com alunos com autismo.

– O protocolo do PECS é baseado em análise de comportamento aplicada e visa ensinar comunicação funcional.

– As seis fases do PECS incluem troca de figuras, generalização, discriminação de figuras, estrutura de sentença e expansão da linguagem.

Core Words:

– As Core Words (ou palavras nucleares) são um conjunto de palavras essenciais frequentemente usadas na comunicação cotidiana.

– Elas incluem verbos como “parar”, “ir”, “vir”, “pegar”; adjetivos como “mais”, “bom”, “pouco”; pronomes como “eu”, “você”, “isso”; e preposições como “em”, “sobre”, “ali”.

– Focar nas Core Words é fundamental para desenvolver habilidades de comunicação eficazes.

PODD (Pranchas Dinâmicas com Organização Pragmática):

– O PODD é um sistema robusto que pode ser usado em baixa ou alta tecnologia.

– Quando usado em baixa tecnologia, é um livro com símbolos e palavras organizados de forma pragmática.

– O PODD é multinível, abrangendo várias páginas de pranchas, permitindo comunicação funcional em diferentes contextos.

– Ele é indicado para pessoas com necessidades complexas de comunicação, independentemente da idade ou possibilidades de acesso.

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